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Jair Montes pede urgência em avaliação da BR-425 que liga Porto Velho a Guajará-Mirim

por Ronaldo Afonso do Amaral publicado 28/02/2019 15h33, última modificação 28/02/2019 15h33
A Rodovia é o único acesso, asfaltado, a fronteira do estado, daí sua relevância econômica e social para Rondônia


O deputado Jair Montes (PTC) defendeu a realização de estudos de intervenção e elevação do nível da rodovia federal BR-425 que liga o município de Porto Velho à Guajará-Mirim. O pedido foi feito através de indicação a Superintendência Regional do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (DNIT), em Rondônia, durante sessão ordinária na Assembleia Legislativa. 

O parlamentar destacou que a BR-425 é uma importante rodovia, situada na faixa de fronteira entre Brasil e Bolívia, onde ocorre um intenso fluxo de pessoas e mercadorias, garantindo o escoamento da produção regional transfronteiriça.  “ A Rodovia é o único acesso, asfaltado, a fronteira do estado, daí sua relevância econômica e social para Rondônia”, explicou. 

Jair Montes informou que já foi feito um levantamento no local, por sua assessoria técnica, onde foram observados os impactos causados pela cheia dos rios Mamoré e Madeira, por conta dos fenômenos da estação climática. 

Ele lembrou que os rios já oferecem riscos de enchentes e estão margeando a BR-425, apresentando risco eminente de transbordar sobre a rodovia federal, bem como erosão, o que pode ocasionar novos rompimentos de bueiras “Nas duas situações podem ocorrer a interrupção de trafegabilidade e comunicação via terrestre com os municípios de Nova Mamoré e Guajará-Mirim. Estamos preocupados que não se repita o que aconteceu durante a enchente de 2014 que isolou os municípios”, frisou. 

Ao finalizar, Montes enfatizou também que existem outros trechos mais críticos da BR-425, que são utilizados para travessia de veículos leves, utilitários e de cargas, como as pontes centenárias da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré sobre os rios Ribeirão e Igarapé das Araras. “Neste caso é necessário, em caráter de urgência, a construção de pontes em concreto armado”.

Texto: Eláine Maia - DECOM/ALE

Foto: José Hilde

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