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Presidente Laerte Gomes visita APAC de Ji-Paraná

por Ronaldo Afonso do Amaral publicado 07/03/2019 16h24, última modificação 07/03/2019 16h24
Deputado se comprometeu a destinar recurso de emenda parlamentar para apoiar a entidade


Na última semana, o presidente da Assembleia Legislativa, Laerte Gomes (PSDB) esteve na unidade da Associação de Proteção de Assistência ao Apenado (Apac) de Ji-Paraná. O deputado estava acompanhado da promotora de Justiça da área de Execução Penal, Eiko Araki, uma das principais incentivadoras da implantação da entidade e do juiz da Segunda Vara Criminal de Execução Penal da Comarca, Edewaldo Fantini Junior. 

Durante a visita, Laerte disse ter ficado impressionado com o trabalho conjunto realizado entre Ministério Público, Tribunal de Justiça, Defensoria Pública, Governo do Estado e sociedade de Ji-Paraná. Ele se comprometeu a alocar recurso de suas emendas parlamentares individuais para a aquisição de uma van para atender a administração da entidade. 

“E quero convidar os demais deputados para também visitarem a Apac e, assim como eu, conhecerem de perto esse belíssimo projeto que adota uma metodologia inovadora e eficaz, capaz de ressocializar os condenados e inseri-los na sociedade”, ressaltou o presidente da ALE. 

Inaugurado em março de 2018, sendo o primeiro da região norte, o Centro de Reintegração Social da Apac de Ji-Paraná tem capacidade para 40 apenados no regime fechado e 40 no semiaberto. 

De acordo com a promotora Eiko Araki, trata-se de projeto encabeçado pela ONG Italiana AVSI, que obteve apoio da União Europeia para a expansão das Apacs no Brasil, sendo Rondônia um dos estados contemplados. 

O modelo vem funcionando com êxito em 141 cidades de seis estados brasileiros. A promotora Eiko Araki, além de ser a protagonista no estímulo à implantação da Apac em Ji-Paraná, conduziu os primeiros trabalhos de estudo da metodologia com os futuros recuperandos. 

“Podemos dizer que a Apac é um modelo de humanização do sistema penitenciário, com um engajamento social muito importante que diz respeito a reforçar a atuação das Apacs na defesa dos direitos humanos dos condenados, promovendo um salto de escala da experiência e da sua metodologia como política pública no Brasil”, definiu a promotora.

Texto: Juliana Martins - DECOM/ALE

Fotos: Assessoria

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